09/12/2013

2ª rodada da Copa São José de Futebol definiu três classificados para a semifinal




Foi realizado neste domingo a 2ª rodada da 1ª Copa São José de Futebol, pela manhã o Vasco de Santarém venceu o Tertão por 3 X 0, com destaque para o volante Shakira que marcou dois gols, já a tarde na estreia do treinador Antonio Baixinho que pela primeira vez está no Flamengo da Ridinha, a equipe rubro negra da Ridinha venceu o Tabira do Serrote por 2 X 1.
Com esses resultados a 1ª Copa São José de Futebol já tem três equipes classificadas paras as semifinais, na Chave A o Vasco assumiu a liderança e garantiu sua classificação para a semifinal, no próximo domingo o Vasco enfrentará o Cruzeiro do Brejinho jogando por um empate para ficar em 1º, já o Cruzeiro terá que vencer para ser o 1º, e se perder por três gols de diferença será eliminado da competição, o Tertão torce por uma goleada do Vasco para ir a semifinal.
Já na Chave B com a derrota o Tabira deu adeus a competição, e Central do Riacho da Serra e Flamengo da Ridinha estão classificados, as duas equipes se enfrentarão no próximo domingo com o Central jogando por um empate para ficar em 1º na chave por ter um melhor saldo de gols que o Flamengo.

Postado por: João Henrique

Portal Esporte São José do Sabugi 

VOLANTE FABIO LIMA EX VASCO É MAIS UM REFORÇO DO CORINTIANS DE CAICÓ PARA O ESTADUAL 2014


O Corintians de Caicó não para de se reforçar para a disputa do Campeonato Potiguar de 2014. O Galo do Seridó em parceria com a empresa carioca de assessoria esportiva RWS Sports acertou a contratação do volante Fabio Lima ex-Vasco, o jogador se apresenta na próxima segunda feira ao galo do Seridó, e fala como jogador do Corintians de Caicó.

"O Carlos Souza me mostrou o projeto de montar uma grande equipe do Corintians de Caicó, por isso acertamos a nossa vinda para o Rio Grande do Norte e vamos nos juntar com o torcedor do Galo do Seridó e fazer uma grande experiencia, vou me colocar a toda a disposição do professor Sergio Rosa e tenho certeza que com muito trabalho iremos fazer um grande campeonato Potiguar", finalizou o jogador. 

O volante e velho conhecido do torcedor carioca, Fabio Lima, passou pelo Fluminense, Olaria, Bangu e Vasco, este ano o jogador chegou as semifinais do campeonato Sergipano vestindo a camisa do Estanciano, o jogador tinha propostas para retornar ao Olaria mas com a parceria da RWS Sports com o galo do Seridó, o destino do volante acabou sendo o Rio Grande do Norte, o jogador deve se apresentar ao Galo do Seridó na próxima segunda feira juntamente com o restante do elenco do Galo.
 
Fonte: Blog de Niltinho Ferreira 

Apresentação oficial do Treze é adiada em virtude de ‘caos aéreo’



Em virtude dos atrasos e cancelamento de voos que acometem as principais empresas aéreas do Brasil, desde a última sexta-feira (06), a apresentação oficial do time alvinegro para imprensa e torcida, que aconteceria nesta segunda-feira (09), foi adiada, ainda sem data definida.
Os atletas que já estão desembarcando em Campina Grande, no entanto, começam a treinar na terça-feira (10), em local a ser confirmado pelo Departamento de Futebol. O início da pré-temporada não será no Presidente Vargas, já que o gramado está passando por melhorias.
De acordo com o presidente Eduardo Medeiros, a diretoria programará uma apresentação oficial do elenco, para quando todos os atletas tiverem chegado à Rainha da Borborema. 
Em 2014 o Galo da Borborema disputará a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil, o Campeonato Paraibano e o Campeonato Brasileiro da Série C.

Site do Treze 

Rebaixamento dos clubes grandes, relembre todos;



Nesta segunda-feira trouxemos um especial sobre o rebaixamento dos grandes clubes. No início, as ‘viradas de mesa’ não permitiram que os principais clubes disputassem à Série B. As ‘viradas’ deixaram de acontecer em 2002. A partir daquela ocasião, os clubes e a CBF passaram a respeitar o descenso.

Confira
O Campeonato Brasileiro foi disputado pela primeira vez em 1971. Mas apenas em 1986 tentaram por em prática o acesso e descenso. Naquela edição, de acordo com o regulamento, os times desclassificados na primeira e segunda fase disputariam a Série B em 1987. Um desses eliminados foi o Botafogo/RJ. O Vasco também estaria fora, mas nos bastidores fez várias manobras para evitar a tragédia.

Devido aos problemas nos tribunais , o Brasileirão de 1987 foi suspenso e houve a Copa União. Com isso, o regulamento anterior foi desconsiderado e todos os grandes participaram da elite. Em 1988, de fato começou o ‘sobre e desce’ no Brasil e o drama das principais agremiações desta nação.

Em 1991, com 20 times, o Grêmio ficou em penúltimo lugar e acabou rebaixado à Série B. Foi, de fato, o primeiro clube grande a jogar a Série B. Mas para beneficiar os gaúchos, a CBF alterou o regulamento e das 32 equipes, as 12 primeiras subiriam à A. O Tricolor ficou em nono lugar.

Já em 1996, com 24 clubes, os dois últimos caíram para a segunda divisão. Um deles foi o Fluminense. Mas devido a uma denúncia (que nunca foi provada) sobre um esquema de favorecimento a Corinthians e Atlético/PR naquele ano, a CBF resolveu beneficiar o clube carioca o colocando na A em 1997. O Bragantino foi outro beneficiado com essa 'virada de mesa'. Fazendo uma campanha pior que em 1996, o Fluminense foi rebaixado de novo (desta vez caíam 4).

Com o intuito de beneficiar os principais clubes do Brasil, foi instalado na Série A o mesmo sistema que existe na Argentina. A média de rebaixamento. Uma equipe só seria rebaixada, através de uma média de pontos dos dois últimos campeonatos. O atual e o antecessor.

Em 1999, o atacante Sandro Hiroshi estava com sua inscrição irregular no São Paulo. O Botafogo foi beneficiado com os pontos perdidos na derrota para os paulistas por 6 a 1. O Gama, rebaixado, viu que se o Alvinegro não tivesse levado aqueles pontos, se livraria do descenso. A equipe do Distrito Federal entrou na Justiça Comum e o Brasileirão foi paralisado novamente.

Com isso em 2000 houve a Copa João Havelange. No Módulo Azul, participaram 25 equipes. Gama e Botafogo estavam lá. Fluminense que estava na Série C em 1999, foi disputar a elite do torneio. Outros beneficiados com a ‘virada’ foram Bahia, América/MG e Juventude. Naquela edição, o Corinthians ficou em penúltimo lugar. Mas como não havia descenso disputou a A em 2001.

Em 2002, último torneio antes da era dos pontos corridos, Palmeiras e Botafogo foram rebaixados à Série B. Sem ‘virada de mesa’ e favorecimentos, ambos atuaram na B. A partir de então, as grandes equipes passaram a respeitar o regulamento e a competição.

Dois anos depois, foi a vez do Grêmio ser rebaixado, terminando na última colocação. Diferente de 1991, o Imortal não teve privilégios e foi campeão da B em 2005. 2005 este, que viu o Atlético/MG cair pela primeira vez em sua história. Dois anos depois, foi a vez do Corinthians ser rebaixado. Na edição seguinte, o Vasco esteve entre os quatro últimos.

Em 2012, o Palmeiras caiu pela segunda vez em sua história. Dez anos após a sua primeira queda.

Em 2013, foi a vez de Vasco e Fluminense retornarem à Série B. Será a primeira vez que a Série B terá dois grandes na era dos pontos corridos (iniciada em 2006).

Cruzeiro, Flamengo, Internacional, São Paulo e Santos são as equipes que nunca foram rebaixadas no Brasileirão.

Confira o rebaixamento dos grandes
1-Fluminense-(1996,97 e 2013)
2-Grêmio -(1991 e 2004)
3-Palmeiras -(2002 e 2012)
4-Vasco- (2008 e 2013)
5-Botafogo- (2002)
6-Atlético/MG -(2005)
7-Corinthians- (2007)


Futnet 

Hospital São José confirma que ninguém corre risco de perder a vida em Joinville



Os quatro torcedores que foram encaminhados em estado grave, por helicópetero, até o Hospital São José, não correm risco de perder a vida. Esta informação foi confirmada pela direção do hospital, especializado em traumatismo. O caso, porém, chocou todo o futebol brasileiro neste domingo à tarde após brigas entre as torcidas de Atlético-PR e Vasco da Gama, com omissão das autoridades competentes, como Polícia Militar e Ministério Público. Uma vergonha nacional nas vésperas da Copa do Mundo de 2014.

Na verdade, chegaram ao hospital quatro torcedores. São eles: Estevam Viana, de 19 anos; Gabriel Viena Villar, de 19 anos, Diogo Cordeiro Costa, de 29 anos, e que já foi liberado com ferimentos no rosto.

William Batista, de 19 anos, que é de Curitiba e que inspira maiores cuidados, por ter sofrido traumas na cabeça. Inclusive uma fratura. Mas ele está consciente e continua passando por exames. Ele teria sido agredido por uma barra de ferro. Três torcedores vão continuar até segunda-feira em observação. Isso porque receberam pancadas na cabeça.

Depois de mais de 1 hora de paralisação, o jogo entre Atlético-PR e Vasco voltou a ser disputado, neste domingo, na Arena Joinville, em Joinville (SC), pela última rodada do Brasileirão. Para recomeçar a partida, a Polícia Militar garantiu a segurança do estádio, depois de controlar uma violenta briga entre torcedores dos dois times.

Houve muita indefinição antes do recomeço do jogo. A diretoria do Vasco defendia que o jogo fosse suspenso, enquanto a do Atlético-PR queria a continuação. Enquanto isso, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro ficou esperando a polícia contornar a situação e oferecer a segurança necessária.
Segundo o árbitro, o jogo foi oficialmente paralisado aos 17 minutos do primeiro tempo, quando o Atlético-PR já vencia por 1 a 0 e as duas torcidas começaram uma briga nas arquibancadas - as informações iniciais apontam três feridos em estado grave, sendo atendidos em hospital da cidade.
JOGO NA ARENA
Por cumprir suspensão, o Atlético-PR não pôde atuar em Curitiba e mandou o jogo em Joinville. E, segundo informação do sargento Adilson Moreira, da PM, um "entendimento" do Ministério Público de Santa Catarina determinou que, por ser um evento privado, apenas segurança particular, contratada pelo clube paranaense, deveria trabalhar dentro do estádio.

Assim, havia cerca de 80 seguranças particulares dentro do estádio no momento da confusão, enquanto a PM estava apenas do lado de fora da Arena Joinville. A polícia, então, resolveu intervir para controlar a briga. E agora assumiu efetivamente o policiamento no local.
De acordo o sargento Adilson Moreira, o policiamento foi reforçado, com cerca de 160 policiais atuando agora tanto dentro quanto fora da Arena Joinville. Assim, com a garantia de segurança, o árbitro recomeçou a partida.
 
 
Agência Estado

Fluminense vence o Bahia más cai para a Série B em 2014



O Fluminense está rebaixado para a Série B de 2014. O time carioca até venceu o Bahia, neste domingo, por 2 a 1, na Arena Fonte Nova, em Salvador, mas uma combinação de resultados manteve o time na zona do descenso, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o Fluminense chegou aos 46 pontos, mas ficou em 17.º. Mesma pontuação que o Criciúma, que ficou em 16.º pelo número de vitórias: 13 a 12. O Bahia, que entrou em campo apenas para cumprir tabela, permaneceu com 48 pontos, mas caiu para a 14.ª colocação. Muitos dizem que o Fluminense pagará a Série B de 2000. Isso porque, em 99, subiu da Série C para a Primeira Divisão, numa decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que resolveu não fazer o Brasileirão e criar a extinta João Havelange. Outro detalhe é que o Flu é o primeiro time a ser rebaixado no ano seguinte que levou o título da elite do futebol brasileiro.
O jogo
O duelo começou tenso para o Fluminense e com o Bahia animado pelo apoio do seu torcedor (que compareceu em bom numero na Fonte Nova). Aos cinco minutos, Diego Cavalieri foi exigido e fez duas grandes defesas. Na primeira, Anderson Talisca chutou de fora da área e ele espalmou. Depois, Marquinhos pegou o rebote, mas sem sucesso.

O Fluminense conseguiu equilibrar as ações, e aos poucos ia ao ataque para tentar abrir o placar. Rafael Sóbis foi o primeiro. Ele girou sobre o adversário e chutou forte. A bola passou à direta do goleiro Marcelo Lomba, que caiu no canto só para conferir. O jovem Biro Biro também tentou, mas quando ia finalizar na área acabou travado pelo rival.

Porém, no final do primeiro tempo o Bahia apertou o passo e encurralou o Fluminense. Aos 39, Talisca chutou forte e obrigou Cavalieri a se esticar a mandar para escanteio. Mas, aos 42 não teve jeito. Marquinhos Gabriel desceu em velocidade e encontrou William Barbio na área. Sem marcação, ele só escorou para as redes: 1 a 0.
No segundo tempo o Fluminense melhorou e deu indícios de que poderia sair com os três pontos. Aos dez minutos, Rafael Sóbis fez grande jogada pela lateral e cruzou. Wagner, na pequena área, empurrou para o gol. A partida ficou equilibrada e com os times tendo boas chances de marcar.
O Bahia poderia ter matado o jogo, mas foi o Tricolor carioca quem fez. Aos 37, Sóbis cobra falta na cabeça de Samuel, que testa forte e decreta a virada na Arena Fonte Nova. Depois disso coube aos jogadores do Flu torcerem contra o Coritiba, mas sem sucesso, já que os paranaenses seguraram vitória sobre o São Paulo. Final melancólico para uma das torcidas mais apaixonadas do Brasil.

Agência Futebol Interior

Em dia de selvageria entre torcidas, Atlético-PR goleia o Vasco, garante vaga na Libertadores e rebaixa o Vasco para a Série B



Em meio à confirmação da classificação do Atlético-PR para a Libertadores, com a impiedosa goleada por 5 a 1, dois capítulos tristes do futebol brasileiro foram escritos neste domingo: a briga entre torcedores, que interrompeu o jogo em Joinville por uma hora e dez minutos, e o segundo rebaixamento do Vasco, que precisava vencer e sucumbiu à limitação técnica que assombrou o time ao longo do Campeonato Brasileiro. O artilheiro Ederson foi o herói da tarde, com três gols, e Marcelo e Paulo Baier completaram a grande exibição.
O resultado deixou o Furacão na terceira posição, com 64 pontos. Terá de passar pela chamada Pré-Libertadores antes de entrar na fase de grupos. Já o Cruz-Maltino repete o calvário de cinco anos atrás e vai colher os cacos de uma péssima temporada, imerso em crises extracampo. O time fechou o nacional em 18º lugar, com 44 pontos. Se vencesse, ultrapassaria Fluminense e Criciúma e fugiria da degola.
O que marcará a partida, no entanto, não é o desfecho de cariocas ou paranaenses. A bola parou aos 17 minutos do primeiro tempo por causa de cenas de selvageria na arquibancada envolvendo um grupo de atleticanos e outro de cruz-maltinos. Foram trocas de socos e pontapés mesmo em quem estava caído e desacordado. A Polícia Militar, que só apareceu depois de alguns minutos do início da confusão, justificou que a segurança foi feita por uma empresa privada e contratada pelo mandante do jogo.
Quatro pessoas removidas pela equipe médica foram hospitalizadas, três delas em estado grave, mas não correm risco de morte, segundo a direção do Hospital São José, em Joinville. Os jogadores mostraram abalo ao ver a situação. O zagueiro Luiz Alberto, por exemplo, chorava.
confusão torcida Atlético-PR e Vasco jogo (Foto: Gustavo Rotstein)Briga generalizada terminou com quatro feridos gravemente em Joinville (Foto: Gustavo Rotstein)
Primeira etapa manchada e de três gols
O jogo começou com atraso de apenas dois minutos em relação ao horário marcado, evitando prática comum em rodadas decisivas. Mas a batalha de Joinville - denominada pelos atletas vascaínos e que ganhou triste ar literal - levaria mais de três horas para terminar. Para apimentar a dramática situação do Vasco e clarear o cenário para o Atlético-PR, Paulo Baier bateu falta logo aos três minutos, a bola passou rente a Manoel e Renato Silva e morreu no canto esquerdo, após Alessandro não alcançar.
Não houve muito futebol até a paralisação por conta do grave episódio na arquibancada. Marcação cerrada, faltas e times nervosos davam o tom. Aos 17, a interrupção aconteceu, e a bola só voltou a rolar, com os cariocas a contragosto, uma hora e dez  minutos depois. Mas os ânimos não haviam sido totalmente acalmados. Ficou claro o reflexo das cenas no nível de concentração dos jogadores. A partida ficou repleta de erros e impedimentos, sem respeito a esquemas táticos.
Como consequência disso, chances claras de gol foram criadas, tornando a partida aberta. Ederson e Everton perderam para o Furacão, em sequência, e pelo lado cruz-maltino, sempre com Marlone puxando jogada pela esquerda, dois bate-rebates na marca do pênalti não tiveram conclusão. Mas o Vasco insistiu e chegou ao empate através de Edmílson, de ombro e no susto, após cruzamento forte de Yotún, aos 39. Só que mal deu para celebrar. Em contra-ataque, Baier achou Ederson na área, que, de cabeça, marcou após escorregão de Alessandro: 2 a 1.
Ederson comemoração Atlético-PR contra Vasco (Foto: Heuler Andrey / Agência Estado)Ederson comemora um de seus três gols da vitória impetuosa (Foto: Heuler Andrey / Agência Estado)
Goleada impiedosa do Furacão
Na volta do intervalo, Adilson Batista tirou Wendel e colocou Bernardo para tentar reverter o quadro que já indicava o caminho da Série B. Mais técnico, o Rubro-Negro sentia a reação vascaína a cada ação sua. Pesou, no entanto, a falta de organização e qualidade dos cariocas. Aos 18, Paulo Baier arrancou, tocou para Ederson, que achou Marcelo sozinho. O atacante ainda se enrolou antes de tocar por baixo do braço de Alessandro e praticamente definir os objetivos.
A festa da torcida do Atlético-PR, com a provável classificação à Libertadores, contrastava com o desespero devido ao iminente rebaixamento do outro lado - agora bem separados e sob vigilância. No gramado, para o Vasco, não havia esperança. Elétrico até o fim, Adilson Batista pingava de suor na luta para rearrumar seus comandados e resolveu trocar Marlone por Tenorio, mas o máximo que obteve foi uma cabeçada perigosa de Edmílson. Muito pouco para quem precisava de três gols.
Leve, o Furacão não tinha nada a ver com isso e permanecia em busca de mais gols. Por ironia, esbarrou em Alessandro, que fez três grandes defesas após falhas anteriores, sublinhadas por um campeonato inteiro sem um camisa 1 de confiança. Mas não foi possível evitar outro do irresistível Ederson, aos 36. A essa altura, poucos torcedores vascaínos sobravam - e estes não acreditavam no destino. E o golpe derradeiro saiu em seguida, também com o artilheiro Ederson, que fechou a competição com 21 gols

Globo Esporte

08/12/2013

1ª Copa São José de Futsal teve prosseguimento neste sábado com três jogos, confira os resultados



A 1ª Copa São José do Sabugi de Futsal teve prosseguimento ontem com três jogos, no primeiro jogo da noite Vendedores "B" e Atlético empataram em 2 X 2 pela Chave A, o segundo jogo foi pela Chave B e marcou a volta do Inter São Joseense após alguns anos parado, e voltou em grande estilo vencendo o Sport "B" por 5 X 0, no ultimo jogo de ontem pela Chave A o Barcelona venceu o U.F.C. por 2 X 1. 
Na sexta-feira foi realizado dois jogos, no primeiro jogo o Atenda goleou o Parceiros por 11 X 2, e no segundo jogo da noite o Sport "A" fez 9 X 0 no Flamengo da Ridinha.
A copa terá prosseguimento na próxima segunda-feira(09/12) com dois jogos, confira:
 

 18:30 H - Chave B: Sport "B"  X  Barcelona
 19:20 H - Chave B: Vendedores "A"  X  Inter São Joseense


Postado por: João Henrique

Portal Esporte São José do Sabugi 

No jogo de despedida do Nautico da Série A e de Tite do Corinthians, pernambucanos levam a melhor e vence por 1 X 0



Um campeonato para esquecer: assim ficará lembrado o Brasileirão 2013 na memória dos torcedores de Corinthians e Náutico. Rebaixado com seis rodadas de antecedência, o Timbu ao menos conseguiu alegrar sua torcida na despedida da Série A: venceu o Timão por 1 a 0 na Arena Pernambuco, na noite deste sábado, evitando assim o recorde de pior campanha da história dos pontos corridos. De quebra, estragou o adeus ao lateral Alessandro e ao técnico Tite, que se despediram do clube do Parque São Jorge com derrota e sem fazer um gol no lanterna (no primeiro turno, deu empate em 0 a 0, no Pacaembu).
Náutico x Corinthians (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Jogadores do Náutico comemoram gol da vitória (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
O gol de Derley no início do segundo tempo levou o Náutico aos 20 pontos. Caso fosse derrotado, o time pernambucano superaria a marca do América-RN, que detém o pior retrospecto da história do Campeonato Brasileiro no formato atual. A última vitória alvirrubra havia sido no dia 1° de outubro, 2 a 1 sobre a Ponte Preta, pela 25ª rodada. Para o Timão, o jogo representou o fim de uma temporada decepcionante, na qual os títulos do Paulistão e da Recopa ficaram como prêmios de consolação.
Com 50 pontos ganhos em 38 jogos, o Corinthians termina o ano com uma campanha longe do esperado pela diretoria e pela torcida, especialmente por conta do elenco milionário montado desde janeiro. O Timão fez apenas 27 gols no Brasileiro. Só o Náutico fez menos: 22. Após quatro anos seguidos, o Timão fica fora da Libertadores. E o Timbu volta à Série B após duas temporadas na elite.
Náutico x Corinthians (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Alexandre Pato teve nova chance como titular  (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Timão domina, mas sem pontaria
Os jogadores do Corinthians haviam prometido todo o empenho para vencer o último jogo de 2013 como homenagem a Tite e Alessandro, ovacionados pelos poucos torcedores alvinegros presentes à Arena Pernambuco. Vontade não faltou. O Timão dominou o primeiro tempo, foi mais criativo e levou bem mais perigo. A pontaria, aspecto mais falho em toda a temporada, novamente não se fez presente.
Adeus, Tite (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press) 
Torcedores fazem homenagem ao técnico Tite(Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Acuado, o Náutico – que perdeu Tiago Real, lesionado, logo aos quatro minutos – parecia jogar por uma bola. Com espaço para criar, o Corinthians apostava na velocidade de Rodriguinho e Romarinho, abertos pelas pontas, para tentar abrir o placar. Único mais avançado no setor ofensivo, Alexandre Pato sofria para se desvencilhar da marcação. Escapou apenas uma vez, em cabeçada que mandou à esquerda do gol.
O goleiro Danilo Fernandes era um espectador de luxo. Assistia a Maikon Leite correr de um lado para o outro, e vez ou outra arriscar de longe. O único susto, já a poucos minutos do fim, foi em falha do zagueiro Felipe: o atacante do Timbu roubou a bola e deixou para Derley chutar à direita do gol corintiano. Mesmo com ritmos diferentes, os piores ataques do Brasileirão seguiam a lógica: placar zerado.
Timbu estraga festa de despedida
Um vacilo da zaga do Corinthians. Era isso que o Náutico precisava para dar uma alegria aos seus torcedores na despedida da Série A. E ele surgiu aos sete minutos da etapa complementar. Em cruzamento de Morales pela direita, Derley apareceu para empurrar para a rede. O pior ataque da competição vazou a melhor defesa.
A ansiedade do técnico Tite parecia aumentar a cada segundo. Inquieto, o comandante alvinegro se alternava entre momentos no banco de reservas e à beira do campo, aos gritos. Dentro das quatro linhas, o Timão sentiu a desvantagem. Ibson entrou no lugar de Ralf para tornar a equipe mais ofensiva, mas os erros de passe e nas finalizações persistiam.
A expulsão do goleiro Ricardo Berna aos 25 minutos do segundo tempo animou a torcida do Corinthians. Após demorar para bater um tiro de meta, o jogador do Náutico recebeu cartão amarelo, bateu palmas para o árbitro e acabou recebendo o vermelho.
Enquanto Dadá entrou para segurar o placar para o Timbu, Diego Macedo foi a tentativa do Timão para ganhar mais velocidade. Até o chinês Zizao ganhou uma chance, no lugar de Edenílson. Nada adiantou. A freguesia do Corinthians para o Náutico se mantém: nos últimos dez jogos, seis vitórias dos pernambucanos, três empates e apenas um triunfo alvinegro.
Tite - Corinthians (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press) 
Tite sai frustrado de campo (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Globo Esporte

Brasileirão Série A: No confronto dos Campeões, Flamengo e Cruzeiro empatam no Maracanã



De um lado, o campeão da Copa do Brasil, que voltava a jogar diante de sua torcida após o título. Do outro, o campeão brasileiro com quatro rodadas de antecipação. No meio, a taça das duas competições e a celebração das equipes. No fim, o empate por 1 a 1 entre os tricampeões Flamengo e Cruzeiro, na noite deste sábado, no Maracanã, fechou a temporada com sensação de dever cumprido de ambos os lados e a expectativa pela disputa a Taça Libertadores em 2014. Hernane abriu o placar, e Souza igualou para os mineiros.
O Flamengo começou melhor, mas perdeu Paulinho, Amaral e Samir por lesão (Bruninho não saiu mas jogou parte do segundo tempo sem condições) e teve muitas dificuldades de segurar o ímpeto do Cruzeiro, que empatou na etapa final e poderia ter virado. Só não conseguiu porque brilhou a estrela do jovem goleiro César, que aos 21 anos fez sua estreia como profissional, deixou o campo com cinco defesas difíceis e teve o nome gritado pela torcida.
- Antes do jogo, estava com essa ansiedade, desde ontem (sexta-feira). Eu e minha esposa ficamos falando sobre isso, oramos juntos. Só tenho que agradecer ao pessoal da comissão técnica, ao Jayme (de Almeida), ao pessoal da fisioterapia. Passei por uma cirurgia no fim de 2012, fiquei seis meses parado, só consegui voltar a treinar no meio deste ano. Estava há um ano e meio sem jogar - afirmou César.
Se o Cruzeiro tivesse conseguido, teria superado o recorde do São Paulo, que em 2006 foi campeão com 78 pontos e 22 vitórias. A Raposa, que depois do título teve duas derrotas e dois empates em quatro rodadas, parou em 76 pontos e 23 vitórias.
- O gol foi importante. Ainda mais para quem não vem jogando. Empatar com o Flamengo no Maracanã sempre tem gosto de vitória. Temos que manter esse ritmo forte no ano que vem para conseguir outro campeonato - avaliou o volante Souza.
Antes da partida, o clima era de festa no gramado. Os jogadores do Flamengo posaram para a foto comemorativa do título da Copa do Brasil com a torcida ao fundo. Com as taças da Copa do Brasil e do Brasileiro lado a lado na beira do campo, rubro-negros e cruzeirenses trocaram faixas de campeão e tiraram fotos juntos. A torcida, que compareceu em bom número (32.624 pagantes, com renda de R$ 1.304.305), celebrou na arquibancada e aproveitou para provocar os rivais Fluminense e Vasco, que neste domingo lutam para escapar do rebaixamento.
No telão do Maracanã foi feita uma homenagem a Nelson Mandela, que morreu na quinta-feira, além de ter sido respeitado um minuto de silêncio pelo ex-presidente da África do Sul. Mesmo com o clima ameno, houve espaço para mais um protesto do Bom Senso FC, com os jogadores trocando passes sem tentar as jogadas por alguns segundos logo após o apito inicial.
jogo Flamengo e Cruzeiro times faixas (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)Léo Moura e Julio Baptista (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
Hernane abre o placar, e César se destaca
O ambiente era de comemoração, o que poderia significar um jogo morno, sem interesse para os jogadores. No entanto, o primeiro tempo foi muito movimentado. O Flamengo, com três atacantes, abriu Nixon e Paulinho nas pontas, com Hernane centralizado, e se aproveitou dos espaços. Pela esquerda, Paulinho criou duas boas chances e por pouco não abriu o placar. Se os dois times não tinham aspirações no jogo, a Hernane restava uma missão antes das férias: marcar três gols para se igualar a Ederson na artilharia do Brasileiro, com 18.  Aos 13, o Brocador aproveitou cruzamento de Nixon e marcou de cabeça, mostrando reflexo.
Paulinho sentiu um problema na perna direita, precisou ser substituído (por Bruninho), e a mexida desarticulou o setor ofensivo rubro-negro. O Cruzeiro, que já tinha melhorado no jogo, passou a ser ainda mais incisivo. Aí começou a brilhar a estrela de César, que fez duas defesas salvadoras - uma em chute de Luan à queima-roupa, e outra em finalização de Léo, também de perto. Ouviu aplausos e seu nome gritado na arquibancada. Pouco depois, Mayke acertou o travessão. Como ponto negativo em um jogo com clima de festa, as expulsões de Carlos Eduardo e Everton, que se desentenderam numa disputa com a bola parada.
Hernane jogo Flamengo contra Cruzeiro (Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)Hernane recebe marcação dupla de Léo e Leandro Guerreiro (Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)
 
Cruzeiro aumenta pressão e empata
O Flamengo voltou para o segundo tempo com seu terceiro uniforme, preto com detalhes em vermelho, lançado no segundo semestre deste ano. O Cruzeiro voltou igual e ainda superior ao rival na partida. Seguiu com mais posse de bola e controlando as ações. Jayme de Almeida, que já havia feito duas substituições no primeiro tempo por lesão (além de Paulinho, Amaral sentiu um problema no pé direito), precisou mexer novamente logo nos primeiros minutos da etapa final quando Samir pediu para sair. O técnico, então, ficou sem opções para mudar a cara do time e tentar recuperar o comando da partida.
A Raposa cercava a área, e Julio Baptista e Vinícius Araújo finalizaram com perigo, mas para fora. Pouco depois, no entanto, Souza acertou - e acertou em cheio. Uma bomba, no ângulo, para empatar a partida. A torcida do Flamengo silenciou, e os mineiros passaram a cantar mais alto. Animado, o time aumentou a pressão. Luan acertou a trave direita de César, que em seguida salvou um chute de Júlio Baptista. O goleiro voltou a ter o nome gritado ao espalmar falta de Júlio Baptista. O Cruzeiro forçou em busca da virada, mas não conseguiu chegar ao segundo gol.

Globo Esporte