20/01/2014

Copa do Nordeste: Em jogo tumultuado, Botafogo-PB e Sport Recife empatam no Almeidão



Tumultuado. Assim pode ser definido o confronto entre Botafogo-PB e Sport neste domingo, no Almeidão, na estreia dos dois times pela Copa do Nordeste. Teve golaço, expulsão, confronto entre torcidas e ainda jogadores sendo atingidos, em campo, por spray de pimenta que a PM usou para dispersar os torcedores nas arquibancadas. No final, empate por 1 a 1 em jogo que foi válido pelo Grupo D da competição regional.
O gol dos donos da casa foi marcado por Frontini ainda no primeiro tempo. O atacante argentino acertou um belo chute de fora da área, mas acabou sendo expulso no segundo tempo ao tentar simular um pênalti. Já o empate do Sport saiu dos pés de Felipe Azevedo já na segunda etapa.
Os dois times voltam a campo na próxima quinta-feira. O Botafogo-PB vai até Sobral, no Ceará, onde encara o Guarany no Estádio do Junco às 19h15 (horário local). Um pouco mais tarde, às 21h30, o Sport faz o clássico pernambucano contra o Náutico na Ilha do Retiro.
Botafogo-PB x Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Botafogo-PB e Sport fizeram um jogo muito movimentado (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Frontini coloca o Botafogo-PB na frente com um golaço
O jogo no Almeidão começou muito estudado de ambas as partes, mas logo um bonito lance desequilibrou em favor dos donos da casa. Logo na primeira chegada efetiva ao ataque, aos cinco minutos, o atacante Frontini acertou um petardo de fora da área e mandou no ângulo esquerdo, sem chances para o goleiro Magrão. Estava aberto o placar.
Botafogo-PB x Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press) 
Marcação cerrada foi uma das armas usadas tanto
pelo Botafogo-PB quanto pelo Sport no Almeidão
(Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
A vantagem no marcador deu tranquilidade para o Alvinegro trabalhar a bola e tentar jogar mais no erro do adversário. O Sport tentava assimilar o golpe e organizar as jogadas ofensivas, que geralmente começavam dos pés de Naldinho e Aílton. Mas o Leão pouco assustou o goleiro Rémerson, a não ser em chutes de longa distância, com Rithely. E numa cabeceada de Rodrigo Mancha. Mas o arqueiro do Belo defendeu as duas com certa tranquilidade.
E foi o Botafogo-PB que assustou mais a defesa do Rubro-Negro. Como no lance em que Frontini, de novo ele, se antecipou à zaga do Sport em jogada de escanteio e cabeceou com liberdade, mas errou o alvo, mandando pela linha de fundo. O Alvinegro ainda teve uma boa cobrança de falta, com Pio, do meio da rua, que Magrão defendeu. Mas nada mais aconteceu de importante no primeiro tempo e os dois times foram para o intervalo com os donos da casa em vantagem.
Tumulto e empate do Sport no 2º tempo
Na segunda etapa, o Botafogo-PB quase repetiu o início arrasador do primeiro tempo. Novamente aos cinco minutos, Frontini fez boa jogada e serviu  Lenílson, que finalizou cruzado para excelente defesa de Magrão. Mas a resposta do Sport foi rápida e fatal. Aos 10 minutos, Marcelo Cordeiro conseguiu um lançamento perfeito da esquerda e Felipe Azevedo apareceu com espaço para bater de primeira e vencer o goleiro Rémerson: 1 a 1.
E a situação do Botafogo-PB se complicou ainda mais no lance seguinte, quando Frontini tentou driblar o goleiro Magrão e caiu dentro da área. O árbitro entendeu que o atacante alvinegro tentou simular um falta e aplicou o cartão amarelo, o segundo do jogador, que já havia sido punido na comemoração do gol. O argentino, assim, foi para o vestiário mais cedo e deixou o Belo com 10 em campo.
Botafogo-PB x Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Segundo tempo teve tumulto na arquibancada e tensão em campo (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Aos 12 minutos, houve um princípio de confusão entre as duas torcidas, que dividiam a arquibancada sol do Almeidão, separadas apenas por um cordão de isolamento formado por homens da Polícia Militar. No tumulto, os PMs usaram gás de pimenta, que acabou sendo levado pelo vento e atingindo os jogadores no banco do Sport e em campo. Os reservas do Leão correram para o campo e a partida ficou parada por cinco minutos.
Com o jogo reiniciado, foi o Belo que chegou mais perto de marcar. Lenílson chutou de longe, a bola desviou na zaga e passou raspando a trave de Magrão, que já estava vendido no lance. E, mesmo com um a menos em campo, o Botafogo-PB seguiu jogando de igual para igual, mas com mais dificuldade para criar jogadas ofensivas. O Sport, por sua vez, buscava as saídas rápidas em contra-ataque.
O técnico Marcelo Vilar ainda tentou mandar o Botafogo-PB para cima, colocando os atacantes Warley e Thiaguinho em campo, além do meia Leomir. E o Belo insistiu em jogadas pelas pontas e levantamentos na área, quase sempre interceptados pela defesa leonina. Já o técnico Geninho mandou Éverton Felipe, Ronaldo e Érico Júnior a campo, que deram mais velocidade ao time.
E havia tempo para grandes emoções antes do fim. O Sport tentou um abafa e, aos 51 minutos, Felipe Azevedo acertou o travessão do goleiro Rémerson, quase virando o placar para o Leão. Era o último grande lance do jogo. Fim de uma partida tumultuada, intensa.

Globoesporte.com/PB 

SEM CONDIÇÕES: 'Crateras' em estádio deixam cinco jogadores machucados no Paraibano



Santa Cruz-PB x Auto Esporte - Buracos Graça (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Buracos no gramado do Estádio da Graça roubam a cena do jogo entre Santa Cruz e Auto Esporte Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/PB)
O Estádio da Graça foi reprovado. No primeiro jogo do ano realizado no local, neste sábado, entre Santa Cruz e Auto Esporte pelo Campeonato Paraibano, ficou evidenciado a precariedade com que se encontra o campo de jogo (com buracos e areais no lugar do gramado). Isto irritou os treinadores e deu um prejuízo ainda maior às duas equipes: nada menos do que cinco atletas saíram machucados por causa de contusões provocadas por buracos no gramado.
 Quatro dos jogadores contundidos são do Santa Cruz: o zagueiro Maceió, o volante Tércio e os atacantes Carlinhos e Temisson. Eles foram medicados ainda em campo, mas só exames futuros vão definir a real gravidade das contusões.
E diante desta incerteza, o técnico Reginaldo Sousa era o mais irritado ao fim do jogo. Principalmente porque o Santa foi obrigado a jogar na Graça depois que o Estádio Teixeirão, em Santa Rita, foi vetado pelo Ministério Público da Paraíba.
- Isto é um absurdo. Como é que as mesmas entidades que vetaram o Teixeirão liberaram a Graça nestas condições? Estava impossível jogar aqui. Nosso time, acostumado com o toque de bola, foi muito prejudicado. E acabamos sendo derrotados por quem está mais acostumado com o campo – declarou, se referindo ao placar de 2 a 1 favorável ao Auto Esporte.
Santa Cruz-PB x Auto Esporte - Buracos Graça (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Buracos no Estádio da Graça foram responsáveis por cinco contusões (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)

Ele disse também que se as autoridades públicas tiverem apenas um pouco de bom senso vão fechar imediatamente a Graça e proibir jogos no estádio até que o gramado seja todo reformado. Ele disse que na pior das hipóteses os jogos têm que ser programados para o Estádio Almeidão, que também está em obras, mas com o gramado já finalizado. Mas ponderou que o Teixerão tem sim condições de receber as partidas do Santa.
- Disseram que não poderia haver jogo no Teixeirão porque o alambrado era baixo. Mas o alambrado de lá é mais alto do que o da Graça. Como eles explicam isto então? E isto acontece em plena época de Copa do Mundo, quando a tendência é se fazer estádios sem qualquer divisória entre a arquibancada e o campo – disparou em tom revoltado.
Santa Cruz-PB x Auto Esporte - Buracos Graça (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Com tantos desníveis, jogadores disseram que a bola não rolava (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/PB)

Já pelo lado do Auto Esporte, o volante Gil foi quem saiu machucado. O técnico Jazon Vieira também lamentou a situação do gramado da Graça e concordou com Reginaldo Sousa ao dizer que "a bola praticamente não rolou".
Demonstrando resignação, no entanto, ele disse que o Auto Esporte vai jogar onde mandarem ele jogar:
- Se for para jogar aqui, nós jogamos, mesmo sabendo que não é o ideal – resumiu.
A reportagem procurou representantes da Prefeitura de João Pessoa, dono do estádio, para falar sobre a situação do gramado, mas ninguém falou sobre o assunto. Antes da competição se iniciar, contudo, a Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação da Prefeitura tinha garantido que o estádio estaria pronto para jogo a partir da terceira rodada, que é do jogo em questão.
Santa Cruz-PB x Auto Esporte - Estádio da Graça - Gil (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Gil, do Auto Esporte: contusão por causa de buraco no campo (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/PB)
 
Globoesporte.com/PB

Jogador de 28 anos passa mal e morre durante partida de futebol na Paraíba


O jogador Francisco Júnior de Sousa Oliveira, o ‘Neguinho’, de 28 anos, morreu durante uma partida de futebol nesse sábado (18), em um campo de futebol da cidade de cidade de Brejo dos Santos, Sertão paraibano a 445 km de João Pessoa. Ele teve uma parada cardiorrespiratória durante o jogo.
Segundo informações dos jogadores, estava ocorrendo uma partida válida pela VII Copa Laércio Ferreira de Sousa, quando aos 24 minutos de bola rolando, o jogador caiu no campo durante um lance. Ele jogava como lateral esquerdo.
Francisco Júnior teve convulsões e os amigos tentaram acordá-lo da crise, mas sem sucesso. O jogador foi socorrido às pressas para o Hospital Regional Dr. Américo Maia de Vasconcelos, de Catolé do Rocha, na mesma região, mas o atleta não resistiu e veio a óbito antes de receber atendimento médico.


O jogador integrava a equipe do Brejo dos Santos E.C ( BSEC). A partida foi interrompida e o placar ficou 0x0.

19/01/2014

Fim do sonho: Cobiçado por grandes clubes brasileiros, Elias vai para a China



O sonho de diversos times do Brasil como Flamengo, Corinthians e Atlético-MG, de contar com o volante Elias, chegou ao fim. O Sporting acertou a venda do jogador para o futebol chinês, onde defenderá Shandong Luneng.
O Rubro-Negro até tinha esperanças de contar com Elias para a atual temporada, em que disputará a Libertadores, no entanto, o clube carioca não chegou a um acordo com os portugueses que pediam R$ 25 milhões para liberá-lo. O jogador se destacou pelo clube carioca e foi peça fundamental na campanha da Copa do Brasil, em que o Flamengo acabou campeão. Sua ida para o futebol chinês vai contra sua vontade, já que Elias desejava permanecer no Brasil. No entanto o Shandong Luneng aceitou pagar 8 milhões de euros pelo volante.
Agora, ele é aguardo na China para realizar exames médicos e assinar contrato nos próximos dias.
 
Agência Futebol Interior

Vasco empata com o Boa Vista na estreia do Campeonato Carioca



Foi o reencontro da torcida com o time em São Januário depois do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Antes do jogo, Adilson Batista pediu o apoio vindo da arquibancada. O torcedor esteve longe de lotar o estádio (5.763 pagantes), mas recebeu a equipe com aplausos e comemorou o gol de Reginaldo ainda no primeiro tempo. Na etapa final, porém, algumas cobranças da torcida puderam ser ouvidas, principalmente depois de Cascata ter deixado tudo igual no placar. Para piorar, Fellipe Bastos ainda desperdiçou um pênalti. No fim, o Vasco apenas empatou por 1 a 1 com o Boavista na estreia do Campeonato Carioca, na noite deste sábado, e deixou o campo sob vaias de parte dos torcedores.
Fellipe Bastos, que voltou ao Vasco após empréstimo para a Ponte Preta, ouviu vaias de torcedores após o pênalti. Mas não demonstrou irritação.
- A torcida paga o ingresso e tem o direito - disse o volante, que avisou que não fugirá da responsabilidade numa próxima oportunidade. - Sei que bato bem. Se tiver outra oportunidade, vou bater. Não vou correr.
O Vasco volta a campo na próxima quarta-feira, quando enfrentará o Macaé, no estádio Moacyrzão. Já o Boavista receberá o Madureira, terça-feira, em Bacaxá.
Wiliam Barbio Vasco x Boavista (Foto: Bruno Gonzalez / O Globo)Barbio mostrou muita disposição, mas pouca inspiração contra o Boavista (Foto: Bruno Gonzalez / O Globo)
Vasco abre o placar
O Cruz-maltino teve o domínio do jogo nos primeiros minutos e usou bem o espaço no setor esquerdo de ataque. Foi por ali que nasceu a jogada do primeiro gol. Marlon - um dos estreantes da noite - fez bom cruzamento, Bruno Costa errou ao tentar afastar, e a bola sobrou para Reginaldo bater bem e fazer 1 a 0.
O time de Adilson Batista, porém, deixava alguns espaços no setor defensivo e logo caiu de produção. O Boavista chegou a rondar a área, e Diogo Silva fez grande defesa em cabeceio de Rômulo. Pouco depois, o goleiro apareceu bem novamente.
Depois da paralisação para o tempo técnico aos 20 minutos, o jogo voltou sem grandes emoções. O time de São Januário tinha maior posse de bola, mas não conseguia chegar bem para finalizar. O Boavista chegou algumas vezes com certo perigo, mas também pecou nas finalizações. Antes do intervalo, Edmilson ainda cabeceou uma bola no travessão.
Cascata empata, e Fellipe Bastos erra pênalti
Com o início de temporada, era previsível que ambos os times sentissem o cansaço no segundo tempo. Mas o Boavista parecia com mais fôlego e decidiu arriscar. Aos 15 minutos, Cascata recebeu fora da área, teve tranquilidade para ajeitar e bater no canto direito de Diego Silva: 1 a 1.
Adilson Batista decidiu mexer na equipe, lançando Thalles na vaga de Edmílson e, depois, Montoya na vaga de William Barbio. Algumas vaias já podiam ser ouvidas. Mesmo sem ser brilhante, o Vasco ainda buscou o resultado. Aos 32, Montoya foi derrubado por Romarinho. Fellipe Bastos cobrou mal, e Getúlio Vargas fez a defesa. A partir daí, Adilson Batista não parou de gesticular mais nenhum segundo à beira do campo.Más nada adiantou.

Globoesporte.com

Resultados deste sábado da Copinha, Copa do Nordeste e mais 12 estaduais



 
COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JÚNIOR 2014 (quartas de final)
Taboão da Serra 0 x 3 Santos* CRÔNICA / VÍDEO
São Paulo 1 x 5 Atlético-MG* CRÔNICA / VÍDEO
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*Santos e Atlético-MG estão classificados para a semifinal da Copinha.
Campeonato PAULISTA 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Palmeiras 2 x 1 Linense CRÔNICA / VÍDEO
Paulista 0 x 0 Audax São Paulo CRÔNICA
Santos 1 x 0 XV de Piracicaba CRÔNICA / VÍDEO
São Bernardo 1 x 0 Botafogo-SP CRÔNICA / VÍDEO
Rio Claro 1 x 0 Atlético Sorocaba CRÔNICA / VÍDEO
Mogi Mirim 2 x 1 Comercial-SP CRÔNICA
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CAMPEONATO carioca 2014 (taça guanabara - 1ª rodada)
Madureira 3 x 2 Fluminense CRÔNICA / VÍDEO
Nova Iguaçu 1 x 0 Duque de Caxias CRÔNICA
Friburguense 1 x 2 Bangu CRÔNICA
Vasco 1 x 1 Boavista CRÔNICA / VÍDEO
Resende 1 x 1 Botafogo CRÔNICA / VÍDEO
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campeonato gaúcho 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Internacional 2 x 0 São Luiz CRÔNICA / VÍDEO
Esportivo 3 x 2 Pelotas CRÔNICA
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CAMPEONATO PARANAENSE 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Prudentópolis 0 x 0 Atlético-PR CRÔNICA / VÍDEO
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cOPA DO NORDESTe 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Santa Cruz 3 x 2 Vitória da Conquista CRÔNICA
Ceará 5 x 0 CRB CRÔNICA
Sergipe 2 x 1 Confiança CRÔNICA
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CAMPEONATO BAIANO 2014 (primeira fase - 4ª rodada)
Jacuipense 4 x 1 Botafogo-BA CRÔNICA
Serrano-BA 2 x 1 Feirense CRÔNICA
Catuense 1 x 1 Bahia de Feira CRÔNICA
Juazeiro 0 x 1 Galícia CRÔNICA
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CAMPEONATO cearense 2014 (primeira fase - 6ª rodada)
Tiradentes 1 x 1 Guarani de Juazeiro CRÔNICA
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campeonato ALAGOANO 2014 (copa maceió - 3ª rodada)
Comercial-AL 1 x 2 ASA CRÔNICA
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campeonato GOIANO 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Anapolina 0 x 1 Goiás CRÔNICA / VÍDEO
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campeonato BRASILIense 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Brasília 3 x 0 Formosa - W.O. CRÔNICA
Ceilândia 1 x 2 Legião CRÔNICA
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campeonato maTO-GROSSense 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Mato Grosso 0 x 1 Sinop CRÔNICA
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campeonato SUL-MATO-GROSSENSE 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Comercial-MS 2 x 1 Misto CRÔNICA / VÍDEO
Ivinhema 1 x 3 Naviraiense CRÔNICA
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campeonato capixaba 2014 (primeira fase - 1ª rodada)
Real Noroeste 1 x 1 São Mateus CRÔNICA
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CAMPEONATO PARAIBANO 2014 (PRIMEIRO TURNO - 3ª RODADA)
Santa Cruz-PB 1 x 2 Auto Esporte CRÔNICA
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Globoesporte.com

Auto Esporte vence o Santa Cruz-PB por 2 a 1 num precário Estádio da Graça



O Auto Esporte venceu na tarde deste sábado o Santa Cruz de Santa Rita, por 2 a 1, e pelo menos até a tarde deste domingo a equipe de João Pessoa volta a assumir a liderança do Campeonato Paraibano. O Alvirrubro chegou aos seis pontos conquistados e deixou o time santarritense com apenas quatro.
O jogo foi realizado no Estádio da Graça, em João Pessoa, que recebeu sua primeira partida na competição deste ano. E foi reprovado. O gramado do estádio está com vários buracos e grandes áreas de areia e a rede da trave onde aconteceu dois dos três gols do confronto estava furada.
campo do estádio da graça joão pessoa (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Campo do Estádio da Graça, em João Pessoa: reprovado (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/PB)

Na próxima rodada, o Auto Esporte enfrenta dentro de casa a Queimadense, na noite de quinta-feira, mas uma vez no Estádio da Graça. Um dia antes, o Santa Cruz de Santa Rita joga também na Graça contra o CSP.
Três gols num jogo de pouca emoção
Apesar dos gols que saíram no Estádio da Graça, Santa Cruz e Auto Esporte não fizeram um bom jogo. Durante quase todo o primeiro tempo, por exemplo, nenhuma das equipes chegou com perigo.
Esta escrita só foi quebrada aos 40 minutos, quando o zagueiro Camutanga, do Auto Esporte, avançou com velocidade e passou para Léo Lima. Este chutou forte e acertou o travessão.
Santa Cruz-PB x Auto Esporte - Estádio da Graça (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/pb)Auto Esporte venceu o Santa por 2 a 1 (Foto: Amauri Aquino / GloboEsporte.com/PB)
Empolgado, o Auto abriu o placar cinco minutos depois. Danilo Itaporanga recebeu e avançou pela esquerda. Ele correu, se aproximou mais da meta adversária e chutou cruzado para abrir o placar.
No início do segundo tempo, o Santa Cruz empatou. Logo aos três minutos, em bola parada, Eduardo Guarabira chutou direto, sem chances para o goleiro do Auto. Mas o time de João Pessoa respondeu logo depois, aos 10. Em cruzamento na área, Josimar de cabeça deu números finais ao jogo.

Globoesporte.com/PB 

Chuteiras dos jogadores do Formosa somem e Brasília vence por W.O



O jogo entre o Brasília e o Formosa, válido pela estreia do Candangão, deveria começar por volta das 10h no Estádio Elmo Serejo (Serejão), mas não pôde ser iniciado. O motivo é que as chuteiras dos jogadores do Formosa sumiram antes da partida. Os calçados estavam dentro do ônibus do clube, que também sumiu. O juiz esperou por uma hora, mas, sem as chuteiras, o time perdeu o jogo por W.O.

Segundo informações dos jogadores, eles chegaram na noite de sexta-feira ao Kingston Hotel, em Taguatinga, e o motorista, Charles Amâncio, disse que ia estacionar o ônibus no local. No entanto, depois disso, ele desapareceu. Um ocorrência foi registrada na 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga, onde tratam o caso como desaparecimento de pessoa. Não há indício de crime.

Para chegar até o estádio da partida, os jogadores se dividiram em carros particulares e em táxis. O presidente do Formosa, Cacildo Cassiano, mandou comprar 20 pares de chuteiras para que o time não perdesse por W.O, que é quando o competidor vence porque a equipe adversária está impossibilitada de competir. No entanto, os calçados só chegaram cinco minutos depois que o árbitro havia dado a vitória ao Brasília.
 (Bruno Peres/CB/D.A Press)

Integrantes da equipe foram até a delegacia da região para registrar um boletim de ocorrência.

Fonte: Super Esportes  

Lembra Dele? Aposentado, o paraibano Robgol abandona política e 'corneta' Romário



O paraibano José Robson do Nascimento, o Robgol, vestiu as camisas de Náutico, Internacional, Bahia, Botafogo, Sport, Santos e até atuou no futebol japonês. Mas o atacante que tinha faro de gol se tornou ídolo mesmo foi na história recente do Paysandu. As duas passagens pelo clube paraense foram tão marcantes que o ex-jogador reside até hoje em Belém, onde se elegeu deputado estadual em 2006, se dividindo entre treinos na Curuzu e idas até a Assembleia Legislativa do Pará – palco de uma curta e polêmica vida política, da qual logo desistiu. Hoje, tenta seguir a vida como agente de jogadores e não cansa de relembrar seus melhores momentos.
Um deles foi em 2005. Naquele ano, o Brasileiro da Série A foi marcado pelo equilíbrio. O campeão, os rebaixados e os classificados para a Taça Libertadores só foram decididos na última rodada. Outra briga acirrada foi pela artilharia da competição. Dois veteranos da bola brigaram até o último jogo para se tornar o goleador, título que ficou com Romário. Sobre esse assunto, no entanto, Robgol ainda mantém a “pulga atrás da orelha”. E classifica como “estranha” a vitória do Vasco na última rodada.
Robgol vive em Belém desde que se aposentou, em 2007 (Foto: GLOBOESPORTE.COM)Robgol vive em Belém desde que se aposentou, em 2007 (Foto: GLOBOESPORTE.COM)
Na época defendendo as cores do Paysandu pela segunda vez, Robgol, agora com 36 anos, iniciou a última rodada da competição com 21 gols, um a mais que o Baixinho. O Papão já estava rebaixado à Série B e tinha pela frente o Flamengo, no Mangueirão, mas acabou goleado pelo time carioca por 4 a 1. O meio-campista Rodrigo assinalou o de honra para os paraenses. Por outro lado, o Vasco recebeu o Paraná em São Januário, e Romário marcou duas vezes de pênalti, se isolando na artilharia aos 39 anos.
– No último jogo do Campeonato Brasileiro, foram dois pênaltis para o Vasco. Ele converteu dois gols e me passou. Não posso falar que houve marmelada porque não sei, mas foi muito estranho. Durante o segundo turno, marcaram apenas um pênalti para o Paysandu. Nem falta perto da área eles (arbitragem) davam. Mas, de qualquer forma, foi um privilégio disputar uma artilharia com o Romário. Eu acredito que ele fez mais de dez gols de pênalti nesse campeonato – disparou Robgol.
Além da partida que considera suspeita, o ex-jogador afirma que teve de enfrentar a “ganância” de Rafael Moura, seu então companheiro de ataque no Papão. Robgol recorda que ficou nove rodadas sem balançar as redes, justamente no período em que teve de dividir a pequena área com o atual jogador do Internacional. Segundo ele, mesmo depois de oferecer R$ 1 mil aos companheiros em caso de assistência, em lances claros em que estava melhor posicionado, o He-Man não tocava a bola e preferia arriscar o chute.
– Jogávamos eu e o Rafael Moura no ataque, e não deu certo, éramos dois jogadores de área. Depois que ele entrou no time, quando se recuperou de uma lesão, fiz apenas um gol, contra o Fortaleza. Foi o único que o Rafael me deu. De resto, ficou nítido que ele sempre quis marcar o gol e levar a fama. E essa imaturidade em querer aparecer me prejudicou muito. Na carreira, todo jogador tem que ter paciência. No fim, ele pediu desculpas – comentou.
Vida boa em Salvador
Robson Nascimento ganhou a vida que pediu a Deus na Bahia. Em 2001, depois de uma passagem apagada pelo Botafogo, o jogador recebeu o convite de Evaristo de Macedo para defender o Tricolor de Aço. A negociação foi rápida, e dias depois o atacante desembarcaria em Salvador para disputar uma vaga no time titular com Nonato e Sergio Alves, dois goleadores natos. Mas o ex-jogador não se intimidou, e o trio acabou conquistando a torcida baiana com gols e títulos importantes para a equipe nordestina. Virou “xodó”.
– Um dia, o Evaristo (de Macedo) me ligou e fez o convite. Dias depois, o Paulo Maracajá, presidente do Bahia na época, me ligou e negociou com meu empresário. Fui campeão baiano no mesmo ano, bicampeão do Nordeste (em 2001 e 2002) e um dos artilheiros, quase empatado com o Nonato e Sergio Alves. Todo mundo fazia gol. Nossa parceria dava certo, apesar de todo mundo ser de área. Lembro que o Sergio fez 12, o Nonato, 11, e eu, dez gols. Nosso time dava trabalho. Pena que o Evaristo saiu.
Robgol logo virou ídolo da torcida do Paysandu (Foto: Nelson Coelho/Agência O Globo)Robgol logo virou ídolo da torcida do Paysandu (Foto: Nelson Coelho/Agência O Globo)
Fora das quatro linhas, Robgol vivia como um rei. Morava em uma cobertura de frente para o mar, andava de carro importado, aproveitava a noite baiana, tinha um salário acima da média, e o ciclo de amizades era grande - incluía os rodados meio-campistas Alex Oliveira e Preto Casagrande, além do ainda menino Daniel Alves, na época com 18 anos. Porém, a relação mais forte era mesmo com o parceiro de quarto, de quem Robson acobertava algumas saídas depois dos jogos do Bahia.
– Vivia como eu sonhava em Salvador. Era ídolo da torcida, morava numa cobertura na praia, e minha vida era bancada pelo Bahia. Estava estabilizado. Só gastava dinheiro com roupa e fazendo minhas festas de solteiro, mas de forma controlada. Já o Nonato era mais danado. Depois dos jogos, ele chegava no hotel, mudava de roupa e ia para a noite. No outro dia, ele não ia ao treino, e o Candinho me perguntava se ele tinha saído, pois éramos companheiros. Mas, pela amizade que tínhamos, sempre negava. Até que o Candinho nos mudou de quarto.  
Paysandu e Santos: marcantes
Robgol não emplacou no Santos de Robinho e Diego (Foto: Agência Estado) 
Robgol não emplacou no Santos de Robinho
e Diego (Foto: Maurício de Souza/Agência Estado)
Pelo Papão, paixão eterna. Já pelo Peixe, a lembrança de bons amigos. É desta forma que Robgol enxerga sua trajetória nos dois clubes com os quais mais se identificou. Histórias? Isso não falta. De saída do Bahia, o ex-atacante conta que, por pouco, não desistiu de se apresentar ao time de Belém e chegou a perder o voo de propósito. Entre os motivos, além de uma namorada que balançara o coração do artilheiro, a saudade de amigos e familiares se tornou o maior dos problemas.
– Eu recebi a passagem para seguir para Belém, mas não estava com a mínima vontade de embarcar. Já conhecia a cidade, porque joguei a Copa dos Campeões e tinha ficado uma semana, mas não queria ir naquele momento. Então eu perdi o voo e liguei para o presidente (Artur Tourinho), que me chamou de louco e mandou eu esperar, que ele iria dar um jeito, como deu. No caminho, que passou por Recife e Fortaleza, em cada parada do avião, era um choro de saudade de tudo que estava deixando em Salvador.
Depois do estouro no Papão, o jogador foi para o Japão e ganhou ainda mais dinheiro. Ele recorda com saudosismo do país e da estrutura do Oita Trinita, mas conta outra curiosidade.
– A proposta era tão boa que me esqueci de perguntar a situação do time lá (a equipe estava entre os últimos colocados da Liga Japonesa). Se soubesse, nem tinha saído do Paysandu, até mesmo pela temporada, que não foi boa. Fiz alguns gols e depois fui para a reserva. Alguns clubes quiseram me contratar depois, mas não me liberaram. Fiquei por lá. Estava bem de qualquer jeito. Ganhava um caminhão de dinheiro e vivia num país maravilhoso. Pensei em ficar por lá a minha vida inteira.
Quando se transferiu para o Santos, Robson viveu outras boas experiências. A amizade com o técnico Leão e com a dupla Robinho e Diego foi a principal delas. Por outro lado, o jogador passou por dificuldades extracampo quando a filha nasceu prematuramente e o obrigou a viajar semanalmente para vê-la no hospital.
– No Santos, a parceria com o Robinho e Diego foi legal demais. Os meninos me ajudavam da melhor forma. O grupo em si era muito legal. Nessa época tive um problema com a Luiza, minha filha que nasceu prematura. Nisso, treinava e ia para o Rio de Janeiro vê-la. Passei por uma seca de gols. Quando marquei, a alegria dos meninos era contagiante. E tinha o Leão, que também me entendia e dava todo o suporte para mim.
“Vestibular” no Inter
Quando chegou ao Internacional, em 1997, Robson teve que prestar vestibular. Pelo menos foi como a imprensa gaúcha intitulou a briga por duas vagas no ataque do Colorado, que era treinado por Celso Roth. Os concorrentes eram de peso: Washington, o Coração Valente, Alberto, ex-Santos, e Christian, que depois chegou a atuar com a camisa da Seleção.
– Cheguei ao Internacional machucado, com dificuldades. Lá, éramos eu, Washington, Alberto e o Christian. Joguei apenas uns quatro jogos e marquei um gol. A imprensa inventou esse negócio de vestibular, mas não existia briga. Era tudo saudável, e todos nós éramos amigos. Minha passagem pelo Colorado foi curta demais.
Sobre minha vida como deputado (estadual) eu prefiro nem falar mais sobre isso. Foi uma experiência ruim, que não quero mais repetir"
Robgol, ex-jogador
O jogador também não esquece o começo da carreira no Náutico, clube por onde também marcou muitos gols. Foram 11 anos no Timbu, títulos e alguns empréstimos.
– Comecei no Náutico, em 1987, onde fiquei por 11 anos. Fui emprestado algumas vezes, mas sempre voltava. Por ser um jogador da terra, não tinha muito prestígio e era mantido no banco. Mesmo assim, fui artilheiro do time no Campeonato Brasileiro. Fui para o Mirassol, do interior de São Paulo, joguei no Potiguar, no Mac, do Maranhão, onde fui campeão e artilheiro com 19 gols. Em 1996, retornei novamente ao Náutico, onde o Levi Gomes, técnico da época, me deu chance. Fui artilheiro do Campeonato Pernambucano. Tenho muito carinho pelo Náutico.
Robson, o Robgol ex-jogador do Paysandu (Foto: Igor Mota / Amazônia Hoje) 
Robson foi deputado estadual no Pará, mas se
envolveu em um escândalo (Foto: Igor Mota)
Vida fora dos gramados
Desde que parou de jogar, em 2007, Robson vive em Belém. Chegou a ensaiar uma carreira politica, mas acabou se envolvendo num escândalo na Assembleia Legislativa do Pará, assunto que o jogador prefere não comentar – Robgol foi acusado de envolvimento num esquema de servidores fantasmas, e a polícia, juntamente com o Ministério Público do Estado, encontrou mais de R$ 300 mil em sua residência. Pai de dois filhos, Robgol segue solteiro e voltou a aproveitar a vida. Mora em um apartamento confortável num bairro nobre da capital e divide o tempo entre amigos e o projeto de se tornar agente de jogador de futebol.
– Depois que parei de jogar, fui cuidar das minhas coisas pessoais. Agora, estou com um projeto para empresariar jogador de futebol. Estou com algumas parcerias, tanto em Recife quanto em Curitiba. Faz algum tempo que venho pensando nesse projeto, mas só agora consegui colocar em prática. Vou abrir um escritório em Belém. Sobre minha vida como deputado (estadual), eu prefiro nem falar mais sobre isso. Foi uma experiência ruim, não quero mais repetir.
*Colaborou o repórter Pedro Cruz

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Caso de Polícia: Presidente do Botafogo-PB diz que foi ameaçado de morte por torcedor



Foto: Internet
O presidente Nelson Lira, do Botafogo-PB, divulgou nesta sexta-feira no Facebook que foi ameaçado de morte por um torcedor que se apresenta como integrante da Força Independente Anjinhos do Belo.
Nelson faz questão de evitar polêmicas. Diz que não sabe o que motivou a ameaça, nem sabe dizer se o tal torcedor de fato faz parte da Fiab.
Mas avisa que, por medida de segurança, deve abrir hoje um boletim de ocorrência numa delegacia de João Pessoa.
Vai prestar queixa e deixar que a Polícia Civil acompanhe o caso. No que, é importante dizer, ele está mais do que certo.
Principalmente porque, se o leitor não sabe, a Fiab é uma dissidência da Torcida Jovem do Botafogo e está entre as mais violentas do Nordeste.
É caso sim de polícia! Infelizmente, mais um que ronda o futebol paraibano!

Por Phellipe Caldas(Blog Carrinho por Trás)

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